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Estudos e guias de apoio

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Estudos e guias de apoio 2017-09-28T10:37:26+00:00

Estudo Estratégico das Indústrias de Madeira e Mobiliário

As preocupações com a segurança e saúde ocupacionais têm acompanhado a evolução das organizações e da Sociedade. Tais preocupações começaram, todavia, por se centrar na protecção de te rceiros (vizinhança) contra riscos derivados da instalação e funcionamento de estabelecimentos industriais.
A focagem na prevenção do ponto de vista da protecção dos trabalhadores, da sua vida e integridade física e moral foi muito posterior. Deverá aqui destacar-se a actuação relevante da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a qual, desde a sua constituição em 1919, tem atribuído um papel prioritário aos temas de Higiene e Segurança, quer no plano das medidas genéricas, quer no das condições específicas por profissões, ramos de actividade e produtos utilizados ou fabricados.
A Segurança e Higiene do Trabalho, e a Saúde Ocupacional são matérias de carácter pluridisciplinar. É nesta perspectiva que devem ser tratadas, não só no ensino e na formação profissional a todos os níveis, como nos diferentes sectores e actividades das empresas e das instituições.

Estudo Estratégico das Indústrias de Madeira e Mobiliário

Como em todo o Mundo, a indústria portuguesa de mobiliário de madeira surge-nos como uma indústria extremamente fragmentada: de acordo com a informação normalmente utilizada, será hoje constituída por 2400 empresas, com cerca  e 34000 trabalhadores (5% do emprego na indústria transformadora e 60% do emprego na fileira da madeira), com um volume de vendas ligeiramente inferior a 1,3 mil milhões de Euros. As vendas por empresa pouco ultrapassam os 500 mil Euros/ano.

Como é generalizadamente conhecido, esta indústria caracteriza-se também, em Portugal, por um elevado nível de concentração geográfica. Encontram-se na Região Norte do País 68% das empresas de mobiliário de madeira portuguesas, a que correspondem 60% do volume de negócios do sector (como habitualmente, uma dimensão inferior à média nacional). 90% deste total (61% do total nacional) encontra-se no Distrito do Porto, leia-se, na prática, nos concelhos de Paredes e de Paços de Ferreira. Um segundo pólo, localizado predominantemente na zona de Pataias, em Leiria, caracteriza-se por empresas de dimensão um pouco superior.

Guia de Apoio: Marcação CE para Pavimentos, Portas e Estruturas de Madeira

As exigências do consumidor por uma qualidade controlada e o respeito por princípios de actuação de forma livre e justa numa economia de mercado, levaram os organismos comunitários a criar um conjunto de normas e regras que permitam a livre circulação de produtos no espaço comunitário europeu, salvaguardando os direitos do consumidor e orientando a actuação dos fabricantes e produtores para a aplicação das melhores práticas na produção e comercialização dos seus bens.
A marcação CE dos produtos para a construção vem trazer esse efeito regulador em prol da satisfação dos clientes e do respeito pela produção responsável, segundo regras de livre concorrência.

Guia de Apoio: Certificação da Cadeia de Responsabilidade

Este guia pretende fornecer um conjunto de orientações técnicas para empresas que desejem implementar e certificar a sua Cadeia de Responsabilidade (CdR).

Com base na experiência de consultoria da Metacortex, S.A. na implementação de Cadeias de Responsabilidade FSC (Forest Stewarship Council) e/ou PEFC (Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes) são aqui abordados os principais requisitos a cumprir em função do esquema, tipo e âmbito da CdR. Importa no entanto salientar os seguintes aspectos:

1) A leitura deste Guia não dispensa a consulta dos referenciais normativos (normas) identificados no início deste documento, no capítulo Referências.

2) Este Guia não define como implementar uma Cadeia de Responsabilidade, na medida em que o cumprimento dos requisitos pode ser assegurado recorrendo a diversas metodologias, ferramentas e procedimentos. Cabe a cada empresa reflectir sobre qual a forma mais adequada para assegurar o cumprimento dos requisitos aplicáveis.

3) São aqui analisados os requisitos de cumprimento obrigatório no âmbito da implementação e certificação de uma Cadeia de Responsabilidade FSC e/ou PEFC. Consoante as especificações do produto ou do processo produtivo podem ser aplicáveis outros requisitos (e.g. controlo de matéria-prima não certificada) que devido à sua particularidade não são aqui abordados. No entanto, sempre que necessário é indicado o referencial normativo FSC/PEFC ou o apêndice do Anexo 4 PEFC que explicita os requisitos a implementar.

Guia de Boas Práticas: Gestão Ambiental

Actualmente, o bom comportamento ambiental das organizações, nomeadamente as industriais, ultrapassa a mera óptica ambiental e tornou-se parte da responsabilidade social das organizações com o seu meio envolvente. A responsabilidade ambiental assume particular importância uma vez que as consequências ambientais condicionam não só a actual geração, mas também as vindouras. Ou seja, as consequências do nosso comportamento actual perpectuar-se-ão no futuro.

Por outro lado, a regulamentação nacional e europeia a que estas organizações estão sujeitas é cada vez mais numerosa e exigente e o seu desconhecimento não justifica o incumprimento. Neste âmbito foi desenvolvido este Guia de Boas Práticas de Gestão Ambiental, cujo objectivo é apoiar os industriais do sector da indústria da madeira e do mobiliário na identificação das acções que são necessárias desenvolver.

Guia de Boas Práticas: Produtividade, Tecnologia e Optimização de Layout

Actualmente, a velocidade com que as mudanças tecnológicas ocorrem, é muito superior ao ritmo das mudanças estraté gicas dependentes dessas mesmas tecnologias, com que as empresas estavam habituadas, em épocas anteriores.

Sistemas on line de informação no chão-de-fábrica, engenharia simultânea, produção just in time são, entre outras, algumas das respostas que as organizações encontraram, face ao ambiente extremamente mutável verificado actualmente.

 

Este ambiente de mudanças força cada vez mais as organizações a desenvolverem uma capacidade de aprendizagem e adaptação, para poderem reagir eficazmente às solicitações do mercado globalizado, ou seja, tornarem as suas estruturas produtivas robustas às constantes solicitações dos clientes no que se refere a prazos de entregas mais curtos e em menores quantidades, produtos cada vez mais personalizados e com ciclo de vida mais curto, além da permanente preocupação de fazer com qualidade, ao mais baixo custo.

Guia de Boas Práticas: Combate ao Nemátodo da Madeira de Pinheiro

Este Guia pretende proporcionar o acesso a informação global sobre o combate à praga do Nemátodo da Madeira de Pinheiro.

A praga do Nemátodo de Madeira de Pinheiro (NMP) afecta sobretudo a indústria de primeira transformação (serração e embalagem), que exporta os seus produtos. Este guia tem como objectivo apoiar as empresas de primeira transformação de madeira (subsectores de Serração e Embalagem) a adaptarem-se aos novos e exigentes requisitos aportados pelo recente alastramento da praga do Nemátodo da Madeira de Pinheiro a todo o território nacional.

Guia de Boas Práticas: Eficiência Energética e Energias Renováveis na Fileira da Madeira

O presente Guia pretende disponibilizar um conjunto de conceitos , medidas e boas práticas de eficiência energética e uso de fontes de energias renováveis que possam conduzir a economias no consumo de energia.

Importa salientar que a aplicabilidade das medidas de utilização racional de energia enunciadas neste guia depende da dimensão e especificidade do processo produtivo das empresas.

Diagnóstico e Manual Avançado: Segurança e Higiene

Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais representam um custo económico elevado para as empresas, para os trabalhadores e para a sociedade em geral.

Podem no entanto prevenir-se através de metodologias apropriadas, preferencialmente através da prevenção integrada, modo de prevenção que consiste em agir na fase de concepção, intervindo a montante (até para eliminar o risco ou, ao menos, para o reduzir), tendo presente um número cada vez maior de factores (organização do trabalho, planificação do trabalho, ritmos de trabalho, monotonia de tarefas, concepção do posto de trabalho, cargas físicas e mentais do trabalho e factores de natureza psicossocial). Além disto, deverão ser tidas em conta o conjunto de metodologias não médicas necessárias à prevenção das doenças profissionais, tendo como principal campo de acção o controlo da exposição aos agentes físicos, químicos e biológicos presentes nos componentes materiais do trabalho.