Presidente da AIMMP – Associação de Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal – analisa a fileira da madeira com mais de seis mil empresas.

“2020 será o primeiro dos últimos 10 anos em que o setor não terá crescimento” – a frase, numa entrevista ao Jornal de Negócios, em Novembro, de Vitor Poças, presidente da Associação de Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal vinha acompanhada de um alerta: “as empresas não aguentam perdas anuais de 20% nos seus volumes de negócios sem fortes apoios ou sem procederem a grandes cortes nas suas estruturas de custos”.

A AIMMP é uma das mais influentes e tradicionais associações empresariais do país, foi fundada em 1957 e representa as empresas envolvidas no processo que vai desde o corte das árvores na floresta até à sua transformação e comercialização, incluindo uma enorme tipologia e variedade de produtos.

Conta com mais de 700 associados e está organizada em cinco divisões por subsetores como o abate, corte, serração de madeiras e embalagens, os painéis derivados de madeira e energia de biomassa, a carpintaria e outros produtos de madeira, o mobiliário e afins e a exportação, importação e distribuição de madeiras.

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