O presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP) traça um panorama muito complicado. À Renascença, Vitor Poças refere que “as encomendas já começaram a ser canceladas em muitas empresas, encomendas, quer nacionais, quer internacionais”.

Este responsável e empresário do setor salienta que “neste momento, com o bloqueio de fronteiras, há regiões na Alemanha onde não deixam circular mercadorias, só bens alimentares, e com o medo de circular o setor, que dá emprego a 55 mil pessoas, vai ter quebras perfeitamente brutais nas exportações”.

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